• Cristina Horst

VOCÊ SABE O QUE É A RESERVA DE EMERGÊNCIA?



Bater o carro, ficar doente e ser demitido são situações imprevistas que o próprio nome diz: estão além do nosso controle. E como nos previnir para lidar com esses momentos e estarmos menos vulneráveis emocional e financeiramente?


A resposta pode estar na criação da "reserva de emergência". Trata-se de um montante financeiro que você guarda para usar em caso de extrema necessidade e que precisa ser recomposto o quanto antes.


Para ter o mínimo de segurança, o ideal é que você tenha guardado o equivalente a pelo menos três meses de salário ou de receitas. Com esse valor disponível para emergências você terá mais tempo para organizar as emoções e as finanças para tomar decisões.


O cálculo é simples: você deve multiplicar a sua renda mensal por três e essa será sua meta. A partir de então, passe a poupar mensalmente para esse objetivo até que o valor esteja completo. E lembre-se de deixar o dinheiro investido em um ativo de liquidez diária, ou seja, que possa ser resgatado a qualquer momento. Alguns exemplos de ativos para investir esse recurso: títulos públicos do tesouro direto como o Tesouro Selic, CDB - Certificados de depósitos bancários de liquidez diária, contas em bancos digitais que tenham o rendimento atrelado ao CDI - Depósito interbancário, poupança, entre outros.


Você deve pesquisar a opção adequada para a sua realidade, mantendo a atenção na rentabilidade, nas tarifas de manutenção, imposto de renda e procedimentos para o resgate. Tire um tempinho, estude e escolha a melhor opção tem muito material gratuito e de qualidade por aí. O importante é se proteger para minimizar o impacto dessas ações que fogem ao nosso controle!